Homepage

Domingo, Janeiro 22, 2012

Aposta perdida



Tenho o cursor intermitente e uma página em branco. Tenho uma frase feita e apetece-me cobrir a página de caracteres negros. Não sei o que hei-de dizer hoje, pelo Monólogo. Pensei n vezes o que hei-de escrever aqui. Sobre aquela ida ao supermercado? Não. Sobre aquela teoria estapafúrdia, a dos pensos higiénicos Evax? Isso seria idiotice minha! Sobre esta semana? Não surgiu nada de especial, excepto, ter feito figura de parva (e de ignorante, para acrescentar!) à mulher da tabacaria, que me vendeu a lotaria popular, quando reclamei um suposto prémio que não existia. Tenho um tema para desenvolver hoje! Agora as palavras já saem em força! Nunca tive sorte no que diz respeito a prémios monetários, sem contar com o dinheiro ofertado pelos padrinhos e avós, no Natal. Nada. Já não jogo no Euromilhões, desde o ano passado, e tão cedo não voltarei nessas apostas. Ah, o tal  prémio que ganhei, vinte contos, na altura, por um artigo premiado, do Suplemento Escolas, do Jornal da Madeira, não conta. Na última semana, do mês passado, reparei  na montra da tabacaria, adornada com uns bilhetes encarnados da lotaria popular-lotaria profissões "Cientista". Pensei: "será que é desta?" e acabei por sair com um bilhete na mão e dois euros mais pobre. Semanas depois, convicta que cinco euros estavam no papo, desloquei-me toda contente e senhora de si, para lá. "Pipipi, cinco euros!!!" Como se tivesse ganho, sei lá,  cinco mil euros! Saí da tabacaria, com vontade de não apostar mais nada, nos próximos dois anos. Lá em casa, fartaram-se de rir e de gozar comigo.

Outra música agradável, sugestão de A.M. :)

0 comentários: